Um longo silêncio

Segue relato de uma das seguidoras da página, que pediu para ser anônima. Aviso para estupro e pedofilia!


tio

Aconteceu quanto eu tinha 13 anos, com um tio. Sempre tive o corpo muito desenvolvido, desde criança já aparentava mais idade. Com 10 anos já tinha sinais de seios, aos 13 meu nº de sutiã era 38. Eu nunca tinha percebido nenhum olhar maldoso da parte dele, mas com certeza ele já me observava há bastante tempo, porque quando toda a família saiu de férias para a praia, ele se aproveitou de um descuido.

Estávamos passando 15 dias no litoral, minha imunidade é meio frágil, os banhos de mar frequentes me deixaram indisposta, com uma leve febre de resfriado. Todos haviam saído para um mergulho, e eu tinha ficado na casa que alugamos dormindo por causa da febre – ele se ofereceu para tomar conta de mim. Acordei com ele cobrindo minha boca e se esfregando no meu corpo enquanto me dizia um bocado de besteiras sujas – que eu já não devia mais ser virgem com um corpo daquele, que me insinuava pra ele, que meu biquíni era muito pequeno… Eu tinha 13 anos!

Eu realmente estava começando a ficar doente, tanto que a moleza da gripe a princípio não me deixou entender a situação, até que eu o vi tirando a roupa e abrindo minha pernas com força. Ele o fez com tanta violência que conseguiu dar um jeito no meu quadril e mesmo comigo chorando pelo dor e susto, me penetrou. Me debati o quanto pude, tentei mordê-lo, chutá-lo, gritar, tudo em vão. Ele só parou quando gozou e espalhou todo o sêmen na minha barriga. Depois me levou pro banheiro e me fez tomar um banho, enquanto ameaçava me matar se eu contasse a alguém. Disse para eu falar que havia caído no banheiro, se perguntassem do machucado no quadril.

Nunca contei pra ninguém, e algum tempo depois ele se mudou pra outra cidade. Há dois anos recebemos o aviso que ele morreu num acidente de moto – chorei tanto que todos acharam que eu tinha sentido a morte dele mais que a própria viúva. A verdade é que eu chorava por mim, por não o ter denunciado, por nunca ter contado nada antes.

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